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Açorianos de Dança consagra Novos Velhos Corpos 50+ e Restinga Crew


Foto: Nando Espinosa/PMPA

A premiação do Açorianos de Dança, na última terça-feira, 29 de novembro, foi uma noite de festa e de reencontro no Teatro Renascença. O espetáculo Novos Velhos Corpos 50+, do Coletivo 50+, venceu na categoria espetáculo. O bairro Restinga consagrou-se definitivamente na cena da dança em Porto Alegre com os prêmios de Ação Coletiva, para o grupo Restinga Crew, e Ação Periférica, para o Coletivo Meninas Crespas.

Binho Rodrigues, do espetáculo Periferia Dança e Arte, também do Restinga Crew, e Janaína Ferrari, do espetáculo Ilha, do Coletivo Grupelho, são os premiados da categoria Intérprete Destaque, enquanto Eva Schul recebeu o Prêmio Especial do Júri por sua performance em Novos Velhos Corpos 50+.

Iracema Gah Teh e Angélica Kaingang receberam o prêmio de Destaque Técnico-Artístico pela orientação cênica do espetáculo Água Redonda e Comprida. Fração, de Rita Lende, venceu na categoria videodança, e o evento de sapateado Senda Tap ganhou na categoria Ações de Difusão, Formativas e de Memória.

Diego Mac foi agraciado pelo Centro de Dança com o troféu de Personalidade do Ano por seu trabalho de pesquisa e criação em novas mídias em dança reconhecido internacionalmente.

A Ospa e o Goethe-Institut Porto Alegre receberam o Prêmio de Incentivo à Dança por seus projetos e parcerias, nos quais a dança apareceu com destaque ou como elemento central em 2022.

A noite contou com a participação da Companhia Municipal de Dança de Porto Alegre, do Afoxè As Ayabás, da cantora e performer Antoni Lorenna e do performer Guilherme Gonçalves. O evento também teve homenagem ao fotógrafo Cláudio Etges, figura fundamental para as artes cênicas do Rio Grande do Sul e que faleceu em 2022.

Açorianos de Dança 2022 - premiados

  • Espetáculo ou Performance de Dança - Novos Velhos Corpos 50+, do Coletivo 50+
  • Destaque Técnico-Artístico - Iracema Gah Teh Nascimento e Angélica Kaigang, pela orientação cênica do espetáculo Água Redonda e Comprida
  • Intérprete Destaque - Binho Rodrigues, pelo espetáculo Restinga Crew 20 Anos - Periferia, Dança e Arte / Janaina Ferrari, pelo espetáculo Ilha
  • Ação Coletiva - Restinga Crew
  • Videodança - Fração, de Rita Lende
  • Ações Formativas, de Difusão e de Memória - Senda Tap, por Leonardo Dias, Karen Pohlmann e Naira Nawroski
  • Ação Periférica - Movimento Meninas Crespas (Restinga), por Movimento Meninas Crespas,  Karina Ferreira e Perla Santos

Texto: Cleber Saydelles | Edição: Cristiano Vieira
Fonte: Prefeitura Municipal de Porto Alegre

Catar: saiba mais sobre o país-sede da Copa do Mundo de 2022

O evento é realizado pela primeira vez em um país do oriente médio

Foto: Sky Sports

Outrora um dos países mais pobres do Golfo Pérsico, o Catar é hoje um dos emirados mais ricos da região graças às suas reservas de petróleo e gás. Estas últimas estão entre as três maiores do mundo, atrás apenas da Rússia e do Irã.

O dinheiro do petróleo financia um Estado social abrangente, com inúmeros serviços gratuitos ou fortemente subsidiados, mas há inúmeras denúncias sobre o emprego de mão-de-obra estrangeira em condições análogas à escravidão. Até 2016, vigorava no emirado um sistema conhecido como kafala, que impedia os trabalhadores de mudar de emprego ou mesmo sair do país sem a permissão do seu empregador, segundo a Anistia Internacional.

Uma análise do jornal britânico Guardian indicou que mais de 6,5 mil trabalhadores estrangeiros haviam morrido durante a construção de novos hotéis, estádios e infraestrutura relacionados à Copa do Mundo, até dezembro de 2020 - em dez anos desde que o país ganhou o direito de sediar a Copa.

No plano internacional, o Catar sedia bases militares americanas e desempenha um papel importante na geopolítica da região, o que também significa atrair rivalidades. Em 2017, Arábia Saudita, Emirados Árabes, Bahrain e Egito cortaram relações com o Catar, acusando Doha de apoiar o terrorismo por causa das boas relações que mantém com o Irã, e seu apoio à facção palestina do Hamas em Gaza e aos grupos islâmicos no Egito e na Síria. O bloqueio só foi encerrado no início de 2021, mas as tensões permanecem.

Fatos - Estado do Catar

  • Capital: Doha
  • População: 2,7 milhões
  • Área: 11,5 mil quilômetros quadrados
  • Principal língua: Árabe
  • Principal religião: Islâmica
  • Expectativa de vida (2020): 80 anos (82 para mulheres e 79 para homens)
  • Moeda: Riyal catarense
  • Dados: ONU, Banco Mundial


O emir Hamad al-Thani substituiu o pai na liderança do Catar em 2013 | Foto: Sputnik/Vyacheslav Prokofyev/Pool/REUTERS

Líder - Emir: Hamad al-Thani

O Catar é governado pelo emir Hamad al-Thani, que substituiu o pai em uma transferência de poder pacífica em junho de 2013.

Como seu pai, Hamad al-Thani foi educado na Inglaterra: frequentou a escola Sherborne em Dorset e Sandhurst, a academia militar britânica.

Suas prioridades de governo são a diversificação da economia e o investimento na infraestrutura nacional, mas na prática a sua administração tem sido marcada por tensões regionais e o bloqueio de quatro anos liderado pela Arábia Saudita.

Mídia

A influente emissora de televisão pan-árabe Al-Jazeera, que é controlada pelo governo, elevou a presença do Catar na mídia internacional. Mas no plano interno a Al-Jazeera, assim como o resto da mídia nacional, evita fazer críticas ao Estado e ao governo.

O nível de utilização da internet no Catar é muito elevado, embora as autoridades censurem conteúdos pornográficos ou considerados ofensivos ao islã.

Relações com o Brasil

As relações diplomáticas entre o Brasil e o Catar foram estabelecidas em 1974, três anos após a independência do Catar.

O país abriu sua embaixada em Brasília em 1997, mas chegou a fechá-la dois anos depois por falta de reciprocidade brasileira. A repartição só foi reaberta em 2007, após a visita do então ministro das Relações Exteriores Celso Amorim a Doha e a criação da embaixada brasileira naquela capital em 2005.

Em janeiro de 2010, o emir Hamad al-Thani fez uma visita de trabalho ao Brasil e, em maio do mesmo ano, recebeu o então presidente Luiz Inácio Lula da Silva em Doha. O país recebeu também a visita de Dilma Roussef (novembro de 2014), Michel Temer (em 2011 como vice-presidente) e Jair Bolsonaro (outubro de 2019).

Em 2022, o comércio bilateral superou US$ 1 bilhão, valor que até setembro deste ano já montava mais de U$1,1 bilhão. A balança é fortemente deficitária para o Brasil, que em 2021 importou sobretudo adubos e fertilizantes químicos. Já os principais produtos vendidos para o Catar foram carnes de aves, motores e máquinas não elétricos, tubos e perfis ocos, de ferro ou aço, carne bovina e alumina (óxido de alumínio).

O emirado detém vários investimentos no Brasil, principalmente nas áreas bancária, imobiliária e de energia, segundo a Câmara de Comércio Árabe Brasileira. A Companhia de Energia do Catar, junto a um consórcio global, arrematou parte do campo de pré-sal de Sépia, localizado na Bacia de Santos, detendo agora 21% do campo de petróleo.


Doha, capital do Catar | Foto: Expedia

Linha do tempo

  • 1825 - A dinastia al-Thani estabelece o controle sobre o Catar, até então sob controle da dinastia Al Khalifa do Bahrein.
  • 1871 - Catar é incorporado ao império otomano.
  • 1916 - Catar se torna um protetorado britânico. Por meio de acordo, o Reino Unido se compromete a garantir a proteção do Catar em troca de controlar os seus assuntos estrangeiros.
  • 1939 - Descobertas importantes reservas de petróleo, cujo início da exploração é adiado pela Segunda Guerra Mundial. Logo o petróleo substitui o comércio de pérolas e a pesca como principal fonte de receitas do Catar.
  • 1971 - O Catar se torna independente do Reino Unido.
  • 1996 - Nasce a rede de TV Al-Jazeera, um acontecimento que muda a face da radiodifusão árabe.
  • Junho de 2005 - Entra em vigor a primeira constituição escrita do Catar. O texto contém algumas liberdades democráticas, mas não permite a formação de partidos políticos.
  • Dezembro de 2010 - A Fifa - Federação Internacional de Futebol - anuncia que o Catar será a sede da Copa do Mundo de 2022.
  • Junho de 2017 - A Arábia Saudita e outros países árabes adotam um abrangente bloqueio ao espaço aéreo, transportes, energia, finanças e mídia do Catar, numa tentativa de forçar o país a abandonar laços com grupos islamistas e com o Irã.
  • Janeiro de 2021 - A Arábia Saudita levanta o bloqueio contra o Catar após um longo processo de mediação envolvendo o vizinho Kuwait e os Estados Unidos.
  • Outubro de 2022 - Catar e Fifa anunciam que foram vendidos 2,89 milhões de ingressos para as 64 partidas da Copa do Mundo que será disputada no país entre 20 de novembro e 18 de dezembro.

Fonte: BBC News Brasil

Dança ritualística


Foto: Taryn Elliott/Pexels

A dança egípcia era praticada pelas sacerdotisas nos templos do Antigo Egito, em rituais de energia e fertilidade. Seu caráter era espiritual, não existia prática em público, e somente mulheres tinham o conhecimento dos movimentos ritualísticos. As sacerdotisas usavam roupas próprias (saia longa e peito nu – somente com adereços no pescoço, pulso e tornozelos).

Para executar essa dança como enfoque ritualístico, a bailarina deve estar consciente da energia dos chakras (círculos de energia) e de suas funções.

A conexão com o sentido energético da dança ritualista está em acessar através dos movimentos corporais baseados nas técnicas e representações da tradicional Dança do Ventre, o auto-conhecimento, tomando consciência dos bloqueios e couraças e libertando-os através de exercícios respiratórios, visualizações e experiências corporais através da dança.

Existem diferentes técnicas para utilizar Dança Ritualística, algumas mais místicas e outras mais terapêuticas, mas em todas elas, a instrutora deve ter conhecimento suficiente do corpo e suas manifestações (encouraçamentos), da energia dos chackras e sua relação com órgãos e patologias físicas, emocionais e técnicas de dança do ventre para usar corretamente os movimentos.

Como se desenvolve a Dança Ritualística?

  • Trabalhada individualmente como terapia corporal para desbloqueio de energias e couraças.
  • Em grupos através de workshops e aulas com o objetivo de auxiliar no equilíbrio psico-físico das alunas.
  • Como exercício de meditação e conexão com arquétipos ancestrais como experiência mística.

Esta modalidade de Dança não requer experiência nas técnicas de dança do ventre e pode ser utilizada por qualquer pessoa de todas as idades e todos os tipos físicos.

Por: Amyra Shádya | Fonte: O Mundo de Gaya

Estreia espetáculo contemplado por edital municipal de dança


Foto: SMCEC/Divulgação PMPA

Estreia na quinta-feira, 3 de novembro, o espetáculo "Água redonda e comprida", contemplado no edital (Re)-Volta da Dança 2022. O prêmio é uma parceria do Centro Municipal de Dança da Secretaria Municipal de Cultura e Economia Criativa com o Goethe-Institut Porto Alegre. A apresentação será às 20h, no Auditório do Goethe-Institut (Rua 24 de Outubro, 112). A temporada, que tem entrada franca, segue nos dias 4 e 5 de novembro, sempre  às 20h. A retirada de senhas inicia às 19h, no local. 

O edital (Re)-Volta da Dança busca fomentar a produção local de dança e o circuito de apresentações na Capital, por meio da criação de novas obras coreográficas, com prêmio em dinheiro de R$ 10 mil. O Goethe-Institut garantiu suporte para ensaios no local.

 "Água redonda e comprida" mergulha no universo das águas desde a cosmovisão do povo Kaingang. Geórgia Macedo, bailarina contemporânea, e Naiane Gakre, uma pré-adolescente Kaingang, estreiam em cena com um espetáculo que mergulha neste universo. Apresentam, por meio da linguagem das artes cênicas, imagens fluidas de águas redondas e compridas.

Água redonda e comprida
Dias 3, 4, e 5 de novembro de 2022, às 20h.
Auditório do Gothe-Institut Porto Alegre - rua 24 de Outubro, 112
Entrada franca, com retirada de senhas a partir das 19h.

Ficha Técnica

  • Concepção e Direção Geral: Geórgia Macedo
  • Orientação: Iracema Gah Teh Nascimento
  • Direção Artística: Geórgia Macedo e Kalisy Cabeda
  • Direção Cênica: Kalisy Cabeda
  • Bailarinas criadoras: Geórgia Macedo e Naiane Gakre Domingos
  • Coreografia: Geórgia Macedo e Naiane Gakre Domingos
  • Preparação corporal: Camila Vergara e Geórgia Macedo
  • Direção de movimento: Camila Vergara
  • Figurinos e cenografia:  Isabel Ramil
  • Criação e operação de luz: Thais Andrade
  • Trilha Sonora e operação som: Thiago Ramil 
  • Voz e narrativa: Iracema Gah Teh Nascimento e Angélica Kaingang
  • Arte Gráfica: Vini Albernaz 
  • Produção: Geórgia Macedo e Virgínia Cotta de Mello

Por: Cleber Saydelles - Edição: Cristiano Vieira

Magal: 'Sempre equilibrei o lado feminino na dança, sem deixar de ser másculo'


Foto: Veja

Sidney Magal conta como foi acompanhar a distância a produção do musical sobre sua carreira - lembrando que ele ainda inspira o filme de ficção O Meu Sangue Ferve por Você, de Paulo Machline, e o documentário Me Chama Que Eu Vou, de Joana Mariani, que devem estrear no ano que vem.

Por que não quis participar ativamente da produção?

Eu não quis dar pitaco porque sei que os artistas não cantariam exatamente como eu ou não são tão bonitos quanto eu (risos). O que me importa é o musical oferecer algo que atinja a emoção da plateia. Se isso acontecer, 90% do sucesso está garantido.

Musical, filmes, biografia: Sidney Magal é finalmente reconhecido?

Fico emocionado com isso e choro com facilidade - certamente por causa da idade, estou com 72 anos... Isso mostra como foi positivo tudo o que enfrentei. Tive altos e baixos, mas nada disso me abalou, mesmo quando eu era chamado, nos anos 1970, de artista de um sucesso só.

O musical destaca ainda a importância da sua mãe, Sônia, em sua carreira.

Isso é muito importante, pois o espetáculo realiza algo que não fiz: colocar minha mãe cantando. Eu sabia de seu enorme talento, mas, artisticamente, não podíamos aparecer juntos cantando. Agora, estamos fazendo justiça com seu talento.

O que você espera ver em cena, com dois atores interpretando Sidney Magal?

Não quero avaliar se estão parecidos comigo ou se os trejeitos das danças estão certos. Espero apenas que, ao final, as pessoas digam que eles cantaram bem. Quando visitei a filmagem de O Meu Sangue Ferve por Você, fiz só uma observação ao Filipe Bragança, que interpreta meu papel: o de ficar atento ao lado feminino da dança. Eu conseguia um equilíbrio, pois era másculo com muito jeito em cena, mesmo sendo chamado de bicha (risos). E isso sem nenhuma técnica, que fui descobrindo espontaneamente.

E como é fazer shows atualmente?

Com 72 anos, é diferente, não consigo mais rebolar como antes (risos). Mas os shows continuam lotando, o público é muito acalorado. É essa troca que me alimenta. Quando troco de roupa no camarim e piso naquele espaço mágico, eu me transformo.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Por: Ubiratan Brasil | Fonte: GZH

Moradora de Campinas foi aprovada para curso de Dança Clássica na Escola Bolshoi

Alice de Carvalho Moreira, de nove anos, foi uma das 40 crianças aprovadas para o concorrido curso em Santa Catarina


Foto: Nanah D'Luize

Ao invés de uma boneca ou um jogo, a campineira Alice Carvalho Moreira ganhou de presente no aniversário de seis anos o ingresso para a assistir à apresentação da montagem "O Quebra-Nozes" do Ballet Bolshoi, um dos maiores e mais reconhecidos do mundo, transmitida ao vivo nos cinemas. Na época, provocou um grande impacto na formação da pequena bailarina. Hoje, com nove anos, a garota mais uma vez tem a companhia de dança como catalisadora de um momento muito importante da sua vida: ela está na lista dos 40 aprovados para o Curso de Dança Clássica na Escola do Teatro Bolshoi no Brasil, localizada em Joinville, SC.

Foram anos de preparação. Alice dança desde os cinco anos em Campinas, onde já apresentou os espetáculos "Wiz - O mágico de OZ", "Anastasia" e "Giselle" - com a coreografia do último ela foi premiada no Primeiro Festival de Dança de Campinas. Nem a pandemia diminuiu seu ritmo, período em que a bailarina treinou em casa, em Barão Geraldo, adaptando os espaços que tinha disponíveis.

Atualmente ela mantém a rotina de aulas duas vezes por semana acompanhada desde 2021 pela bailarina Ana Rita Silva, da Volé Estúdio de Dança. "Ela é muito talentosa e tem uma grande condição física para a prática do balé clássico, características essenciais que são priorizadas pelo Bolshoi. Eu não tinha dúvidas que a Alice seria aprovada nesta seleção", conta a professora. No entanto, Ana Rita aponta que, apesar da enorme habilidade da garota na dança, o apoio dos pais dela foi fundamental. "Esse sonho da Alice só foi possível porque os pais acreditaram no talento dela”, ressalta.

Organizando o futuro

Orgulhosos, Daniel e Ana Flávia Moreira celebram a conquista da filha: "A vontade e a aptidão dela para o balé foram crescendo e se desenvolvendo ao longo do tempo. Quanto mais a Alice se dedica, quanto maior é o amor dela pelo balé, melhores são os resultados que ela alcança. É muito emocionante", compartilha a mãe.

O processo seletivo exigiu o envio de um vídeo da bailarina executando alguns exercícios e a aprovação a levou a uma segunda etapa, que foi presencial em Santa Catarina nos dias 7 e 8 de outubro. O resultado saiu no domingo, 9. "Eu não acreditei, pensei que era brincadeira. Gritei de alegria quando descobri que era verdade", conta Alice lembrando da reação ao descobrir que foi aprovada. A bailarina também ficou feliz por outras meninas que passaram na seleção e com quem fez amizade durante as provas.

Foram dois dias de seletivas e de oportunidade para a garota e seus pais conhecerem a estrutura da aclamada instituição de dança. "Como a Escola do Teatro Bolshoi no Brasil é uma das melhores de balé clássico do País, vimos que seria uma oportunidade importante para que a Alice fosse incentivada e respeitasse o amor que ela tem pela dança", conta Ana Flávia.

A família ainda está decidindo como vai se adequar à nova rotina com o curso da bailarina campineira, que começa no início de 2023 e tem duração de oito anos. A jovem e os outros 39 aprovados - selecionados entre um grupo de 330 crianças do Brasil e da Argentina - ganharam uma bolsa integral para o curso e além do ensino gratuito, oferecido pelos Amigos do Bolshoi, recebem diversos benefícios como alimentação, transporte e figurinos. Mas a menina já tem muito bem definido o seu objetivo para o futuro: "Quero me apresentar como bailarina profissional em um balé de repertório na Ópera de Paris", explica Alice, com a segurança de quem sabe que tem o destino na ponta dos pés. E o caminho, partindo de Campinas, está apenas começando.

Por: Aline Guevara | Fonte: Correio Popular

Espetáculos de dança e teatro vão movimentar Erechim

Eventos culturais vão envolver mais de 400 pessoas entre estudantes e profissionais da área


Foto: divulgação

Os próximos dias serão de muito ensaio, disciplina e concentração para os mais de 300 alunos da Dançar e Sonhar Escola de Artes de Erechim. Meninas e meninos que frequentam as aulas de ballet, danças urbanas e teatro na instituição e que se preparam para três grandes espetáculos. Os eventos acontecem em outubro, novembro e dezembro no Centro Cultural 25 de Julho.

As apresentações vão envolver mais de 400 pessoas entre bailarinas, atores, dançarinos, professores e profissionais liberais que atuam nas áreas de figurino, decoração, iluminação, música, alimentação e entretenimento. “Em 2021 investimos num espetáculo apostando no cinema. A produção foi um sucesso. Neste ano não será diferente, com novidades e muita ousadia vamos realizar três espetáculos. É a forma de coroarmos um trabalho desenvolvido o ano inteiro pela escola”, explica a proprietária e bailarina, Vanessa Carrion.

Outubro e dezembro dedicados a arte

Três eventos de dança e teatro acontecem nos próximos meses para a Dançar e Sonhar Escola de Artes.  A primeira atividade será nos dias 28, 29 e 30 quando acontece o tradicional espetáculo de ballet da escola. Dia 08 de novembro terá espetáculo de teatro e nos dias 08 e 09 de dezembro apresentação de danças urbanas. “Os preparativos envolvem bem mais que uma apresentação. Serão três eventos importantes não somente para as alunas e alunos, mas para um setor inteiro que investe e aposta da arte e na cultura. Neste ano teremos muitas novidades. Inovações que vão surpreender e encantar”, detalha o coordenador artístico da escola, Arthur Santos.

Outros detalhes sobre o espetáculo e a mobilização dos alunos, familiares, escola e do setor artístico de Erechim serão noticiados nos próximos dias.

Por: Carla Emanuele | Fonte: Jornal Boa Vista

Oktober Dança é novidade na programação da 33ª Oktoberfest de Igrejinha

Visando enaltecer a cultura durante o evento e resgatar as origens dos primeiros anos de Oktoberfest, a primeira edição da atração acontecerá no dia 19/10


Foto: Juliano Arnold/AMIFEST*
*Associação de Amigos da. Oktoberfest de Igrejinha

Para completar e enriquecer ainda mais a programação da 33ª Oktoberfest de Igrejinha, a nova atração da festa será a Noite Cultural - Oktober Dança. Com a ideia de enaltecer a cultura durante o evento e resgatar as origens dos primeiros anos de Oktoberfest, a primeira edição da atração acontecerá no dia 19 de outubro, às 19h, no Ginásio do Parque de Eventos Almiro Grings.

A Noite Cultural - Oktober Dança busca valorizar os talentos locais e as diferentes culturas, mesclando tradições com novidades. A Coordenadora da Comissão Oktober Dança, Rosana Dienstmann, destaca que na primeira edição da atração o intuito é unir o público através das danças. “Pensamos em trazer o mais tradicional com o mais irreverente, unindo tudo em um belo e colorido espetáculo para agraciar principalmente a nossa comunidade”, comenta Rosana. O presidente da Associação de Amigos da Oktoberfest (Amifest), Tiago Petry, complementa que a festa tem em sua essência o resgate e a preservação da cultura. “Assim surgiu a ideia da Noite Cultural, um momento no qual poderemos contemplar diferentes tradições, todas ligadas à nossa cidade e às nossas origens”, explica.

Com a programação já completa, as apresentações iniciarão pela dança alemã, com o Grupo de Dança Alemã Kirchleinburg, referenciando às tradições da Oktoberfest. A segunda apresentação da noite será do CTG Sentinela da Tradição, apresentando a tradição gaúcha. Em seguida, a atração será a Escola de Dança Suplés e, para fechar a primeira edição, o Clube de Patinação Artes Sobre Rodas realizará um espetáculo sobre rodas.

Serviço

Evento: 33ª Oktoberfest de Igrejinha
Data: 14 a 23 de outubro de 2022
Local: Parque de Eventos Almiro Grings (Rua Arlindo Geis 255, Igrejinha/RS)
Ingressos para pista:
- Valores promocionais até 11 de outubro: Sextas-feiras - R$ 30,00 | Sábados - R$ 20,00 | Domingos - R$ 35,00
- Valores a partir de 12 de outubro: Sextas-feiras - R$ 40,00 | Sábados - R$ 30,00 | Domingos - R$ 45,00
Os ingressos estão disponíveis através do site oficial: oktoberfest.org.br ou nos pontos físicos de venda, que podem ser verificados no site.

Fonte: Portal da Cidade/Unidade Igrejinha / RS

Exposição mostra a dança na primeira metade do século 20


Foto: Centro de Dança/SMC/PMPA

O Centro de Dança da Secretaria Municipal de Cultura e Economia Criativa inaugurou na última quinta-feira, 22 de setembro, no Goethe Institut Porto Alegre, a exposição Modernas eram elas: a dança na Porto Alegre da primeira metade do século XX. O trabalho conta a história de mulheres que foram decisivas para a consolidação do ensino e da produção dessa arte na Capital. A exposição faz parte da programação cultural da prefeitura alusiva aos 250 anos da Capital. 

A exposição ficará aberta até 29 de outubro e tem cenografia de Rodrigo Shalako, curadoria de Airton Tomazzoni e Clarice Alves e edição de vídeos de Fernando Muniz. Esta é a primeira iniciativa do projeto Memória Dança POA, que pretende preservar e divulgar a memória da dança da cidade.

Os acervos das famílias das artistas, as mais de 700 edições da Revista do Globo, Correio do Povo e Diário de Notícias, assim como o acervo do Centro de Memória do Esporte (Ceme) da Universidade Federal do Rio Grande do Sul foram a base da pesquisa realizada pelo Centro de Dança.

O público poderá conferir fotografias, programas de espetáculo, reportagens da época, objetos pessoais, vídeos com depoimentos e até mesmo um vídeo com algumas das últimas criações coreográficas de Irmgard Hofmann, uma das homenageadas. A visitação pode ser feita de segunda a sexta, das 9h às 19h, e sábados, das 9h às 13h. A entrada é franca.

Pesquisa 

O curador e diretor do Centro de Dança, Airton Tomazzoni, destaca que iniciou a pesquisa na década de 1990 de forma independente, depois foi contando com apoio de estudantes do curso de dança da Universidade Estadual do Rio Grande do Sul (Uergs) e ganhou forma com o trabalho da equipe do Centro de Dança. 

A pesquisadora e curadora Clarice Alves se emocionou com muitos dos achados, como o pandeiro que Salma Chemale marcava o compasso das aulas, um livro manuscrito inédito de balé com fotografias das posições e sequência técnica elaborado em 1935 por Irmgard. 

A exposição conta com uma linha histórica do tempo, biografias dessas artistas, depoimentos em vídeo e uma parede interativa para que o público possa deixar registrado quem foram suas professoras de dança ou em que período estudaram com essas mestras.

Uma programação paralela completa as atividades da exposição com uma mesa redonda com pesquisadores da UFRGS e um recital especialmente criado pela bailarina Luciana Paludo em homenagem às artistas.

Serviço

Modernas eram elas: a dança na Porto Alegre da primeira metade do século XX
Galeria do Goethe Instituto Porto Alegre (avenida 24 de outubro, 112)
Visitação: 22 de setembro a 29 de outubro
Segunda a sexta, das 9h às 19h, e sábados, das 9h às 13h
Entrada franca
Realização: Centro de Dança da SMCEC
Apoios: Goethe Institut Porto Alegre, Museu de Porto Alegre Joaquim Felizardo, Arquivo Histórico de Porto Alegre Moysés Vellinho, Centro de Memória do Esporte (Ceme).

Fonte: Prefeitura Municipal de Porto Alegre (PMPA)

Bem modernas eram elas (e as suas danças)

Exposição que será aberta no dia 22, no Goethe Institut, recupera a trajetória de artistas como Lya Bastian Meyer, Tony Seitz Petzhold, Irmgard Hofmann Azambuja e Salma Chemale


Foto: Tony Petzhold / Arquivo Pessoal | Teiniaugá: Tony Petzhold no figurino antológico do espetáculo "A Salamanca do Jarau" (1945)

A dança de Porto Alegre ainda espera o devido entendimento da sua história ao longo do século 20, especialmente ao que se refere à relação que a produção local teve com os preceitos da arte moderna. Isso se deve muito pelo fato de que essa relação foi ofuscada pela hegemonia do balé, por aqui consolidada a partir da década de 1930. Contudo, a gênese da dança cênica na capital gaúcha em meados da década de 1920 não começa sob a insígnia do legado clássico. É no forte contorno modernista do Instituto de Cultura Física que as jovens Lya Bastian Meyer, Tony Seitz Petzhold, Irmgard Hofmann Azambuja e Salma Chemale são formadas como artistas e professoras.

A matriz dessa primeira escola, dirigida por Mina Black e Nenê Dreher, trouxe a base da vanguarda europeia com os fundamentos estéticos modernistas de Emile Dalcroze (1865-1950), criador do método da eurritmia. Essas aulas primavam pela formação estética do corpo e sua expressividade em relação à música, muito mais livre e ampla do que o modelo balético propunha. Antes que os princípios rígidos da dança clássica chegassem à Capital, foi nessa exploração dos estudos de movimentos, com exercícios de improvisação e experimentação, que a arte dessa dança surge. As alunas exercitavam uma nova corporeidade, treinavam em maiôs de ginástica que não escondiam seus contornos, lançavam-se no espaço em túnicas esvoaçantes e em movimentos impregnados de liberdade. 

Esses preceitos logo teriam influência da dança expressionista da Alemanha, onde Lya e Tony iriam estudar na década de 1930, trazendo um novo imaginário feminino preconizado por nomes como Mary Wigman, que não se restringia ao de frágeis donzelas ameaçadas, esposas recatadas e caseiras.

Não à toa, Lya Bastian Meyer criou com forte marca expressionista o balé Joana D'Arc (1948), resgatando a figura da herege personagem atormentada que lidera um exército e é condenada à morte. Tony Petzhold interpretou, por sua vez, Teiniaguá, em A Salamanca do Jarau (1945), num figurino antológico com uma enorme cauda do lagarto encantado, que com certeza impôs um grande desafio à bailarina para mover-se com outros padrões coreográficos, numa performance que ganhou destaque da crítica na época. Todas foram criações de dança que buscaram romper com os padrões de arte e mesmo de representação feminina da época, como fez a montagem de A Princesa Moura em 1930, com Salma Chemale incorporando a sedutora e voluptuosa Sherazade de As Mil e Uma Noites.

Além de personagens arrojadas, elas assumiram à frente da produção cultural, mantendo suas escolas, dirigindo suas encenações e até criando novos circuitos como fez Irmgard Hofmann, levando essa dança moderna a várias cidades do Interior.

Ao mesmo tempo, essas artistas colocaram em cena o que era, de certa maneira, uma vanguarda musical, não se limitando a um repertório romântico consagrado nas criações clássicas. Isso fica evidente nos solos de Irmgard ao som de Claude Debussy e Francis Poulenc, apresentando-se em várias cidades. Esse time de compositores também aparece em espetáculos como El Amor Brujo (1937), com música de Manuel de Falla, coreografado por Lya, ou em obras de Tony, como Pavane pour une Infante Defunte (1945), com música de Maurice Ravel, e La Sacre du Printemps (1953), com música de Igor Stravinsky.

Por isso, a exposição Modernas Eram Elas traz a público os rastros dessa história, reunindo fotografias inéditas, programas de espetáculos, material de imprensa, peças pessoais dessas mulheres, depoimentos de artistas que elas formaram, entre outros documentos raros. A exposição que será aberta no dia 22 de setembro, no Goethe Institut Porto Alegre, dá acesso a esse passado, sendo a primeira ação do projeto Memória da Dança POA, do Centro Municipal de Dança. A iniciativa pretende fazer um resgate desse período e mostrar que essa geração de artistas foi mais do que um grupo de exímias bailarinas. Elas foram também mestras que formaram importantes nomes que atuaram no Brasil e no Exterior ou ainda atuam, empreendedoras sagazes, hábeis produtoras e criadoras inventivas, longe da agitação cultural do centro do país. Foram elas que, em meio a contradições e desafios do seu tempo, estabeleceram um quase desconhecido e silencioso movimento moderno, porém marcante e inovador para a cena local.

A exposição

Modernas Eram Elas: A dança na Porto Alegre da primeira metade do século 20. Em cartaz no Goethe Institut Porto Alegre (Rua 24 de Outubro, 112), de 22 de setembro a 29 de outubro, com visitação de segundas a sextas, das 9h às 19h, e aos sábados, das 9h às 13h.

Por: Airton Tomazzoni* | Fonte: GZH
*Pesquisador, jornalista e diretor do Centro Municipal de Dança da SMCEC

Aluna surda dança no ritmo da música no Rock in Rio com ajuda de protótipo que capta vibrações

Aparelho recebeu o nome de MR, as iniciais da garota Maria Rita que inspirou a criação do equipamento desenvolvido por uma empresa que tem o comediante Whindersson Nunes como um dos sócios


Foto: Karolina Grabowska/Pexels

A estudante cearense Maria Rita, de 17 anos, surda de nascença, sentiu pela primeira vez a sensação de dançar ao som de uma música. Ela participou de um dos shows realizados no palco do Rock in Rio no dia 04 de setembro.

A adolescente estava no festival com um protótipo que ajuda a captar as vibrações musicais. Natural da cidade de Crateús, interior do estado, ela não escondeu a emoção sentida justo em um dos maiores festivais de música do país.

"Foi a primeira vez que eu pude sentir a emoção, acompanhar cada ritmo, cada nota da letra, eu captava os sons e as vibrações pelo corpo através do tato. Quando o protótipo começou a funcionar eu fiquei muito feliz porque eu consegui sentir na pele a sensação, desenvolvi bem a música, o ritmo. Fiquei muito emocionada, não consigo explicar o que estou sentindo agora", se expressou a jovem usando libras.

O aparelho recebeu o nome de MR, as iniciais da garota Maria Rita que inspirou a criação do equipamento. No Rock in Rio, ela conheceu os idealizadores da ideia, entre eles estava o comediante Whindersson Nunes, sócio da empresa que desenvolveu o protótipo testado com sucesso no próprio show dele no evento.

Para a intérprete em libras que acompanhou Maria Rita, esse foi um passo importante para a comunidade surda e torce para que novos projetos semelhantes sejam desenvolvidos.

"Uma iniciativa que vai ajudar o surdo a vivenciar experiências, que outras empresas de robótica, de tecnologia possam estar difundindo novos projetos que possam proporcionar emoções nova e acessibilidade", afirmou.

Fonte: G1

Quartas na Dança apresenta Macarenando no Teatro Renascença


Foto: Gui Malgarizi/Centro de Dança/SMC/PMPA.

O projeto Quartas na Dança retorna ao palco do Teatro Renascença nesta quarta-feira, 7, às 20h. Em cena, o grupo Macarenando Dance Concept com o espetáculo Dance a Letra Grupão Pocket Live Gestos Caetano. A entrada é franca com distribuição de senhas a partir das 19h na bilheteria do teatro. A classificação indicativa é livre.

Dance a Letra Grupão Pocket Live Gestos Caetano traz um conjunto de coreografias criadas a partir da pesquisa de gestos literais para 30 letras de músicas da obra de Caetano Veloso. A obra é derivada do jogo coreográfico Dance a Letra, que consiste em criar danças a partir da atribuição de gestos para letra de músicas brasileiras.

O procedimento é desenvolvido pela Macarenando desde 2013 no espetáculo Abobrinhas Recheadas – O Jogo – em que se explora a relação da dança com o humor e a comédia. Macarenando é uma iniciativa cultural que investe na mistura da dança, do humor e da cultura pop para criação de conteúdos e projetos. 

O Projeto Quartas na Dança é promovido pelo Centro de Dança da Secretaria Municipal de Cultura e Economia Criativa e tem como finalidade incentivar, fomentar e difundir a produção artística local de grupos e companhias de dança da Capital oferecendo espaço para realização de espetáculos no Teatro Renascença, sempre às quartas-feiras, com apresentações abertas ao público e às escolas e instituições de ensino. 

Na edição deste ano estarão em cena os seguintes espetáculos, grupos e cias:

7/9 - Dance a Letra Grupão Pocket Live Gestos Caetano, da Macarenando Dance Concept
5/10 - Macho Homem Frágil - Anima e Eduardo Severino Cia de Dança
9/11 - Reutilizáveis corpos descartáveis, da Plural Cia Dança
7/12 - Repertório Cia Municipal de Dança de Porto Alegre

Quartas na Dança

Dance a Letra Grupão Pocket Live Gestos Caetano
Realização: Macarenando Dance Concept
Data: 7 de setembro, às 20h
Horário: 20h
Onde: Teatro Renascença
Entrada: franca (distribuição de senhas a partir das 19h na bilheteria do teatro)
Duração: 45 min
Classificação indicativa: livre

Ficha técnica

Direção: Diego Mac e Gui Malgarizi
Coreografia: Diego Mac
Produção: Sandra Santos
Elenco: Aline Karpinski Dias, Arthur Bonfanti, Daniela Aquino, Dani Dutra, Dani Boff, Denis Gosch, Giulia Baptista Vieira, Juliana Rutkowski e Nilton Gaffree Jr.
Iluminação: Gui Malgarizi e Sandra Santos
Assistência de produção e iluminação: Arthur Bonfanti e Giulia Baptista Vieira
Trilha sonora: montagem de Diego Mac e Gui Malgarizi a partir da obra de Caetano Veloso

Fonte: Prefeitura Municipal de Porto Alegre (PMPA)


Sul-coreano famoso nas redes sociais por dançar pagode anuncia viagem para Salvador

Dropmeoff tem 404 mil seguidores no Instagram e 1,6 milhões no TikTok; conquistou milhares de fãs no Brasil, país no qual tem a bandeira tatuada em um dos braços


Foto: divulgação.

O dançarino Kwon Min-sung, conhecido como Dropmeoff, anunciou nas redes sociais que viaja para Salvador no final de agosto após convite do cantor de pagode baiano Oh Polêmico. 

O sul-coreano se tornou um influenciador digital de sucesso com vídeos de performances com músicas brasileiras.

Dropmeoff tem 404 mil seguidores no Instagram e 1,6 milhões no TikTok. O sul-coreano conquistou milhares de fãs no Brasil, país no qual tem a bandeira tatuada em um dos braços.

Nos stories, o dançarino publicou um vídeo em que dança a música "Samba do Polly" e escreveu em português: "Estou planejando ir para o Salvador no dia 26 de agosto com a grande ajuda do @ohpolemicooficial".

Fonte: Metro1

Fitness Day leva dança e atividades físicas para o bairro Intercap


Foto: Alex Rocha/PMPA

A Secretaria Municipal de Esporte, Lazer e Juventude (SMELJ) realiza o Fitness Day no dia 27, a partir das 8h. O evento ocorre na Praça Darcy Azambuja (rua Dr. Fernado Ortiz Schneider, 160), no bairro Intercap, Zona Leste, e conta com diversas atividades físicas programadas, como exercícios físicos, alongamentos e aulas de dança. A ação é aberta gratuitamente ao público e não é preciso inscrição. Apoiam o evento o Supermercado Carboni e o Espaço de Dança Jaciara Ferreira. Em caso de chuva, será cancelado.

Programação

  • 8h - Recepção
  • 8h40 - Abertura
  • 8h45 - Aquecimento
  • 9h - Ritmos 
  • 9h50 - Intervalo com água e frutas
  • 10h - Funcional Dance
  • 10h30 - Zumba
  • 11h15 - Ritmos Latinos

Texto: Mauro Moraes | Edição: Gilmar Martins

Brasileiras ficam em 3º lugar no maior festival de dança do mundo


Foto: divulgação

Um grupo de sete bailarinas da cidade de Atibaia, em São Paulo, foi destaque na Mostra Competitiva do Festival de Dança de Joinville. As brasileiras ficaram em terceiro lugar na competição, que é considerada o maior festival de dança do mundo.

As bailarinas Amanda Poletti, Elaine Camilo, Irany Sguillaro, Karla Caetano, Márcia Colunna, Márcia Miranda e Rose Tsuji competiram na categoria +40 (anos), uma novidade para a edição de 2022 do festival.

Na Mostra Competitiva contra outras 9 coreografias, as bailarinas de Atibaia obtiveram a nota 9,58, ficando em 3º lugar.

“Foi muito importante e emocionante estar entre os melhores no maior festival de dança do mundo e nos dá a certeza de que fizemos um excelente trabalho”, disse Irany Sguillaro.

Para participar da competição, as bailarinas de Atibaia enviaram vídeo da coreografia para uma seleção e foram escolhidas.

Alunas do Studio de Dança Irany Sguillaro, as meninas realizaram apresentações em diversos palcos e foram um sucesso! O grupo contou com o coreógrafo Mauro Moreira e os assistentes Ivan Reis e Luara Poletti.

A Mostra Competitiva do Festival de Dança de Joinville terminou em julho na cidade catarinense. As apresentações foram realizadas no Teatro Juarez Machado.

Bailarinas brasileiras pelo mundo

O balé brasileiro tem mesmo se destacado pelo mundo. Em junho, contamos a história da bailarina piauiense Paula Carolina Santana Ribeiro, que conquistou uma bolsa para estudar dança em uma grande academia norte-americana.

Ela terá a oportunidade de fazer um intercâmbio de dança na National Ballet Academy New York, uma das maiores do mundo. A jovem estuda em escola pública, está no 2º ano do Ensino Médio e pratica balé há nove anos. Veja a matéria completa sobre a Paula clicando aqui.

Outro xodó aqui do Só Notícia Boa é a Vitória Bueno. Após uma vaquinha que realizamos para ajudá-la, Vih ganhou o mundo e foi uma das finalistas no show de talentos alemão ‘Das Supertalent’.

A bailarina sempre impressiona pela precisão na dança, apesar de ter nascido sem os braços.

Por: Monique de Carvalho | Fonte: Só Notícia Boa
Com informações da Prefeitura de Atibaia

Dança Cigana Espanhola – O Que é, características e benefícios


Foto: divulgação

Alegre, encantadora e envolvente, a dança cigana teve sua origem na Índia e foi se espalhando por diversos lugares do mundo até chegar na região da Andaluzia, no século 15. Por ser um povo nômade, os ciganos foram incorporando à sua dança diversos aspectos de outras culturas. É exatamente por isso que essa dança nunca é padronizada.

Entre os povos que mais contribuíram para a dança cigana espanhola como a conhecemos hoje, estão os espanhóis, os árabes, os russos e os hindus. Portanto, essa dança é tida como a união cultural de diversas nações.

A rica expressividade corporal dessa dança faz com que ela seja uma excelente opção para quem deseja se exercitar e se divertir ao mesmo tempo, fazendo um bem imenso ao corpo e à mente.

Características da dança cigana espanhola

Com forte expressividade cultural e corporal, a dança cigana espanhola é reconhecida por uma série de características, que veremos agora:

  1. As mãos e os braços se movimentam em diversos sentidos (levantados em direção ao alto da cabeça, na frente e nas laterais do corpo etc.).
  2. A postura deve ser sempre ereta, o que favorece a expressividade do corpo.
  3. A cabeça precisa ficar sempre erguida e o movimento de caminhar deve ser realizado com elegância.
  4. A postura dos ombros deve estar em conformidade com o tronco.
  5. Os dedos, as mãos e os punhos realizam constantes movimentos giratórios (que atuam como gesto de captação de energias ou leve insinuação).
  6. O brilho no olhar e o sorriso constante são elementos que não podem faltar na dança cigana espanhola. São eles os responsáveis por grande parte do encanto, conexão e emotividade dessa dança.
  7.  Os ciganos acreditam que o movimento de palmas ajuda a afastar energias negativas. Por isso, é bem comum que várias palmas ocorram nessa dança.
  8. A inclinação da cabeça para trás e os movimentos dos ombros servem para chamar a atenção para os cabelos (que em geral são longos e devem estar soltos).
  9. Os giros corporais costumam ser precisos e largos, destacando os movimentos da saia.
  10. Quanto aos movimentos circulares, eles são grandes, envolventes e ao mesmo tempo discretos.
  11. As dançarinas ciganas nunca devem mostrar as pernas.

É importante frisar que, para os ciganos, essa dança nunca deve ser feita por obrigação, mas sim, pelo prazer de dançar. Esse é um dos fatores que fazem com que essa dança seja tão sedutora.

Benefícios da dança cigana espanhola - A alegria e riqueza de movimentos da dança cigana espanhola fazem com que ela seja uma ótima opção para a saúde física, bem-estar mental e até mesmo para a beleza e rejuvenescimento. Vejamos agora os principais benefícios proporcionados.

Combate ao estresse - O ritmo envolvente e alegre dessa dança é de grande auxílio no combate ao estresse e também é capaz de aliviar sintomas depressivos. Durante movimentos de dança e prática de atividade física (ainda que leve), nosso cérebro libera importantes hormônios ligados à sensação de prazer e bem-estar.

Maior expressividade corporal - Não é por acaso que a prática de dança cigana é altamente indicada para pessoas que trabalham com alguma forma de comunicação. Os movimentos dessa dança aumentam a expressividade corporal e fortalecem a autoconfiança para se comunicar.

Favorece a postura - A prática da dança cigana espanhola é uma das mais indicadas para melhorar a postura corporal em diversos aspectos. Um dos maiores benefícios é conseguir manter a coluna ereta de maneira natural, inclusive nas demais atividades do dia a dia.

A dança cigana melhora a coordenação motora - A combinação dos movimentos adotados nessa dança é excelente para melhorar a coordenação motora, sendo essa prática indicada também para pessoas com mais idade.

Eleva o condicionamento físico - Assim como no caso dos demais tipos de dança, a dança cigana aumenta o condicionamento físico e permite que as pessoas se sintam mais dispostas no cotidiano. Por mais que essa dança seja uma atividade considerada leve, o ideal é realizar uma avaliação médica antes de iniciar a prática de maneira frequente.

Dança cigana aumenta a autoestima - Por favorecer a expressividade e fazer com que as pessoas se sintam mais à vontade com o próprio corpo, a dança cigana espanhola é ótima para aumentar a autoestima tanto de homens quanto de mulheres.

Fonte: Danças Típicas

É hora de nos reinventarmos

Um dos momentos mais difíceis da história humana nos mostra que estabilidade não existe e coloca à prova o nosso poder de adaptação

Foto: Pixabay

Já estamos no segundo semestre de 2022 e a pandemia ocasionada pelo coronavírus, intensificada mundialmente a partir de março de 2020, ainda segue trazendo mudanças à humanidade, desde a maneira de nos relacionarmos até os hábitos alimentares. Haverá um fim? Voltaremos a agir como antes? Chegará um “novo tempo”?

Esta reflexão tem como pano de fundo o livro “O catador de sonhos” (Ed. Gente/2015), de Geraldo Rufino. O autor, hoje empresário de sucesso, teve todas as chances para não prosperar, tal qual a maioria absoluta do povo brasileiro, pois nasceu em meio à pobreza. “Minha filosofia é: a gente muda o que está sob o nosso comando e aceita aquilo que não pode alterar, mas, mesmo aceitando, não perde a chance de transformar – eis o segredo de um milhão de dólares”, escreveu logo nas primeiras páginas da obra o proprietário de uma das maiores revendas de autopeças do Brasil.

O momento pelo qual atravessamos trouxe-nos a certeza de que estabilidade não existe, fazendo com que tivéssemos que nos adaptar aos novos cenários. De repente, setores inteiros da economia tiveram que se transformar num curto espaço de tempo. Muitas pessoas perderam o emprego e outras adotaram segundas ou até terceiras fontes de renda. “Quando você assume que tem responsabilidade por tudo que ocorre no seu terreno, no seu negócio, na sua vida, fica fácil resolver, achar uma saída. Só de assumir, a gente já parte para a solução, já tira o pé da lama para pisar em algo melhor. Se você entrou, você sai”, apontou Rufino, que começou a vida de empreendedor como catador de latinhas. “Gosto de pensar assim: quando nasci, não tinha problema. Aí eu respirei e, pronto, gerei um para resolver. Se eu gerei, ele veio depois de mim. Se veio depois de mim, é menor do que eu. Se é menor, tenho o comando. Se tenho o comando, não vacilo, administro a situação”.

No Brasil, temos várias possibilidades de prosperarmos. “O brasileiro é criativo, trabalhador, esperançoso, mas precisa largar o hábito de achar que, por ver os outros fazendo errado, não fará o certo. É o contrário. Faça a sua parte, dê o bom exemplo, seja fonte de inspiração aos demais”, disse o simpático empresário. “Perder o crédito temporariamente acontece com qualquer um, o que não pode acontecer, de forma nenhuma, é perder a credibilidade”. E continuou tal raciocínio ao abordar o fato de já ter “quebrado” o próprio negócio pelo menos sete vezes: “A minha credibilidade fez com que eu me levantasse novamente. A palavra, o comprometimento, o fio do bigode, não tem preço”.

Segundo Geraldo Rufino, que tem milhares de seguidores nas redes sociais, nós crescemos quando partilhamos o saber. “Ensine tudo o que puder, com humildade e simplicidade, e deixe que o copiem. Não caia na armadilha de esconder o que sabe, o que testou e funcionou, porque uma pessoa que foi ensinada faz melhor do que você, e ambos ganham”. Na referida obra, ele também abordou a importância da autoconfiança, na crença em nossos ideais, no poder transformador em atingir as nossas metas. “Eu só penso ou absorvo o que me interessa, só o que soma. Se a notícia será boa para mim, ótimo. Foco nela. Se vai me preocupar, é ruim e vai refletir negativamente na minha vida, deleto. Faço isso com a mídia e com conversa pesada de quem cruza os braços e só se vitimiza”. E continuou: “Para perpetuar algo, valorize as pessoas. Para dar continuidade ao que você faz, melhorar seu patrimônio, ter sucessores e legado, conte com quem está ao seu redor, querendo ajudá-lo a crescer”.

Finalizo esta coluna com um recorte de George Bernard Shaw, dramaturgo, romancista e jornalista irlandês, que viveu entre 1856 e 1950: “Nós imaginamos o que desejamos, queremos o que imaginamos e, finalmente, criamos aquilo que queremos”. Gratidão e caridade são os pilares do sucesso do personagem desta coluna, Geraldo Rufino: “Muito melhor é progredir sendo do bem, sem importar em qual negócio. Todos devem ser lícitos, porque é a única maneira de durar. Meus valores me norteiam para tudo, eu os transformo em ações práticas e, assim, ajudo muita gente”.

Por: Marcelo Pardini* | Fonte: Cavalus
*Narrador, poeta, jornalista, pós-graduado em Marketing e leiloeiro rural. Titular da marca Agro MP – A voz do Agronegócio.

Um pouco de história: dança cigana


Foto: divulgação

Quando os ciganos deixaram o Egito e a Índia, eles passaram pela Pérsia, Turquia, Armênia, chegando até a Grécia, onde permaneceram por vários séculos antes de se espalharem pelo resto da Europa. 

A influência trazida do oriente é muito forte na música e na dança cigana. A música e a dança cigana possuem influência hindu, húngaro, russo, árabe e espanhol. Mas a maior influência na música e na dança cigana dos últimos séculos é sem dúvida espanhola, refletida no ritmo dos ciganos espanhóis que criaram um novo estilo baseado no flamenco. 

Alguns grupos de ciganos no Brasil conservam a tradicional música e dança cigana húngara, um reflexo da música do leste europeu com toda influência do violino, que é o mais tradicional símbolo da música cigana. Liszt e Beethoven buscaram na música cigana inspiração para muitas de suas obras. 

Tanto a música como a dança cigana sempre exerceram fascínio sobre grandes compositores, pintores e cineastas. Há exemplos na literatura, na poesia e na música de Bizet, Manuel de Falla e Carlos Saura que mostram nas suas obras muito do mistério que envolve a arte, a cultura e a trajetória desse povo. 

No Brasil, a música mais tocada e dançada pelos ciganos é a música Kaldarash, própria para dançar com acompanhamento de ritmo das mãos e dos pés e sons emitidos sem significação para efeito de acompanhamento. Essa música é repetida várias vezes enquanto as moças ciganas dançam. 

Fonte: Kundalini Cia. de Dança

Benefícios da dança cigana


Foto: divulgação

Antes de citarmos o diversos benefícios da dança cigana, devemos ter pelo menos uma ideia sobre o que retrata a cultura cigana, qual sua origem, o que são e quais seus principais costumes.

Os ciganos são provenientes do noroeste do subcontinente indiano, os primeiros ciganos são datados desde o ano 500. Os ciganos são constituídos por uma população de nômades que migram por contra própria por vários lugares ao redor do mundo.

Além disso, os ciganos se dividem em grupos que se diferem em costumes e origens, são povos alegres, cheio de tradições e ritos.

Um destes ritos, é a dança cigana, como o nome propriamente diz é uma dança pela qual os integrantes adotam para festanças como aniversários, casamentos e comemorações em geral.

Um povo alegre e radiante que transmite através da dança cigana toda a sua cultura.

Neste artigo iremos apresentar os inúmeros benefícios da dança cigana é conhecida por sua alegria e ritmo contagiante, que eleva a autoestima, bem estar e conhecimento cultural de quem a pratica.

Benefícios da dança cigana

Confira a seguir os principais benefícios provenientes da dança cigana:

  • Alinhamento postural - O alinhamento da postura é primordial para ter uma boa experiência, a dança em geral nos cobra postura para a realização dos movimentos de maneira sincronizada e correta.
  • Percepção e Ritmo - Deve sempre se atentar ao ritmo e melodia da música, normalmente são músicas carregadas de boas energias. É importante se atentar ao ritmo para ter um melhor aproveitamento na execução dos passos.
  • Boas energias - Como já dito anteriormente, as boas energias presentes em uma apresentação de dança cigana, carregada de alegria e felicidade. É claro que cada corpo possuí suas particularidades e restrições, a dança cigana proporciona uma experiência para todos os tipos de corpos, idades e gostos.
  • Interação social - As aulas de dança cigana são ministradas por um professor(a) que vai ditando o ritmo e os passos, enquanto os alunos tentam retratar o que o professos passou. Existe uma grande interação entre os alunos da dança, onde os mesmos se ajudam nos passos e até mesmo dançam de maneira conjunta. Fazendo assim da dança cigana uma possibilidade de interação entre diversas pessoas.
  • Melhora a concentração - A concentração dos integrantes consequentemente passa por uma melhora, visto que é necessário concentrar para a realização correta dos movimentos passados. Com isso, a concentração dos participantes é melhorada.
  • Ajuda a emagrecer - Dançar é sem sombra de dúvidas uma grande forma de perder calorias, é estimado que aproximadamente gasto calórico de 600 calorias em 1 hora de dança. A dança com certeza é uma excelente maneira de perder peso e até mesmo definir músculos por todo o corpo.
  • Amplia a criatividade -  A criatividade dos participantes é sempre estimulada nas aulas de dança cigana. De forma que os alunos devem improvisar em alguns momentos, tendo liberdade na execução dos movimentos, fazendo assim com que a criatividade dos integrantes prevaleça.
  • Aumenta a coordenação motora - A coordenação motora dos integrantes também é sempre testada e estimulada durante os movimentos que devem ser realizados, é necessário equilíbrio e coordenação. Mas não se preocupe, são duas coisas que são estimuladas com a prática constante.
  • Disciplina - A disciplina obviamente é um ponto que é estimulado na prática de dança cigana. Além da disciplina no momento da execução dos movimentos, deve haver também uma constância na prática, sempre deve haver periodicidade na prática das aulas de dança cigana. Visto que é necessário repetições para que se alcance o resultado almejado.
  • Enaltece a feminilidade - Com toda certeza é uma dança que enaltece a feminilidade da mulher. Onde os adornos e cores, seguidos de passos que enaltecem o corpo e a feminilidade das praticantes da dança cigana. A figura feminina é enaltecida e vista com admiração por aqueles que assistem o espetáculo.
  • Proporciona desenvoltura - A desenvoltura dos participantes claramente é melhorada, as pessoas vão se tornando mais desinibidas e desenvoltas. Onde melhoram a performance ao lado de outras com naturalidade. É importante ressaltar que pessoas com maior timidez utilizam da dança para perder um pouco do receio ao público e afins. A dança é uma expressão genuína de sentimentos, costumes, artística dentre outras.

Usufrua dos benefícios da dança cigana

Percebemos que a dança cigana pode nos proporcionar os mais variados benefícios, corpóreos, mentais e sociais.

Assim como qualquer outras danças, sempre possuí vários atributos positivos para seus participantes.

No caso da dança cigana em específico ainda te trará uma carga cultural muito rica. Portanto pratique e usufrua de todos os benefícios da dança cigana.

Fonte: Ser em Movimento

Quartas na Dança recebe Restinga Crew


Foto: Júlio Oliveira/Especial SMC/Divulgação PMPA

O projeto Quartas na Dança retorna ao palco do Teatro Renascença (av. Erico Verissimo, 307 - Menino Deus) às 20h de 6 de julho com o espetáculo Restinga Crew 20 Anos - Periferia, dança & arte. A entrada é franca e a distribuição de senhas será a partir das 19h na bilheteria do teatro. Agendamento para grupos de escolas públicas e projetos sociais pode ser solicitado pelo e-mail dancasmc@gmail.com.

O espetáculo da noite Restinga Crew 20 Anos - Periferia, dança & arte apresenta um pouco da trajetória dos 20 anos do grupo de danças urbanas Restinga Crew, um grupo de dança da periferia que atua no bairro Restinga desde 2002. Suas coreografias retratam um pouco da realidade da comunidade, vulnerabilidade social, arte de rua e acima de tudo a cultura hip hop e seus quatro elementos: Breaking, Graffiti, MC e o DJ.

O Projeto Quartas na Dança é promovido pelo Centro de Dança da Secretaria Municipal da Cultura e tem como finalidade incentivar, fomentar e difundir a produção artística local de grupos e companhias de dança da Capital, oferecendo espaço para realização de espetáculos no Teatro Renascença, sempre às quartas-feiras, com apresentações abertas ao público e às escolas e instituições de ensino. O projeto foi criado em 2009 e realizou várias edições exitosas até 2016, sendo interrompido em 2017. Sua retomada é um marco importante para retomada do circuito de apresentações públicas presenciais e para a comemoração dos 250 anos de Porto Alegre.

Na sua programação de 2022 estão espetáculos de balé, jazz, dança contemporânea, dança tribal e danças urbanas, entre outras.

Na edição deste ano estarão em cena os seguintes espetáculos, grupos e cias:

6/7 -  Periferia, dança & arte - Restinga Crew
3/8 -  Dura Mater - Amálgama Cia de Dança
7/9 - Dance a Letra Grupão Pocket Live Gestos Caetano, da Macarenando Dance Concept
5/10 - Macho Homem Frágil - Anima e Eduardo Severino Cia de Dança
9/11 - Reutilizáveis corpos descartáveis, da Plural Cia Dança
7/12 - Repertório Cia Municipal de Dança de Porto Alegre

Quartas na Dança

Espetáculo Restinga Crew 20 anos
Periferia, Dança & Arte.
Quarta-feira, 6, 20h
Teatro Renascença (Av. Erico Veríssimo, 307)
Entrada Franca (Distribuição de senhas a partir das 19h na bilheteria do teatro)

Fonte: Prefeitura Municipal de Porto Alegre